Vencendo seu gigante

1 Samuel 17:31-54

Introdução
Quantas vezes recuamos irmãos diante de situações difíceis? Simplesmente pelo fato de termos medo.
Às vezes nos achamos pequenos demais para enfrentarmos os gigantescos problemas que surgem à nossa frente e ficamos sem saber o que fazer, aí vem o sentimento de derrota, de frustração, de desânimo e de medo.

Estes mesmos sentimentos estavam tendo os israelitas diante daquele problema que se chamava Golias.
Não sabiam o que fazer, ninguém tinha coragem de lutar, o medo abateu-se sobre todos.

Golias era homem de guerra, valente, 3mts. de altura, não temia nada. Era um situação desesperadora, os filisteus já estavam chamando os Israelitas de covardes.

Eu sei, há momentos em nossa vida que parece não ter solução, parece ter chegado ao fim, tudo que acreditavamos e confiavamos, acabou, isso é por que só conseguimos olhar para as circunstâncias, aquele povo deviou o olhar de Deus e olhou para a circunstância chamado Golias.

Deus então usa a Davi para dar uma lição nos filisteus e no seu povo.

E como podemos vencer o nosso gigante?

1). Você não deve fugir da luta – v.32:
“…teu servo irá e pelejará contra este filisteu”.
Mesmo ameaçado pela derrota – Davi se colocou como servo de Deus e confiou na vitória.
Por mais que as circunstâncias sejam adversas, não podemos nos amedrontar, nem recuar, pois a vitória é certa.

Já ouvi muitos dizerem que Davi era valente, corajoso e forte, mas a valentia de Davi não estava no seu próprio ser, a coragem de Davi não provinha dele próprio e a força de Davi não estava em sua mãos.

A valentia de Davi era por que sabia e conhecia o Deus a qual servia,
A coragem de Davi provinha de sua fé,
e aforça de Davi não estava em seas mãos e sim nos seus joelhos, pois Davi era homem de oração.

Nosso Deus pelejará por nós – v. 37: “O SENHOR me livrou da mão do leão e da do urso; ele me livrará da mão deste filisteu”. (depositou toda sua confiança em Deus).

Ex. Os Israelitas diante do Mar Vermelho.
Hoje será você!!

2). Você não deve aceitar a derrota e o desprezo.
O texto diz (v.42-44) que o filisteu desprezou a Davi, desdenhou e caçoou dele…
Amado, mesmo que tudo indique o contrário, não podemos desistir. (Deus não se prende à aparências).

Quem era Davi para enfrentar Golias? (só foi aceito porque ninguém queria).
Todo o povo de Israel já estava com semblante abatido de frustração, de derrota (já estavam aceitando a derrota).
Ex. 10 dos 12 espias.

3). Você não deve tentar vencê-lo com a própria força
Diz o v.45 que “Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado”.
Davi foi a peleja não confiando na sua própria força ou capacidade, mas confiando na força do Senhor.

Será que a força de Davi era suficiente para derrubar o gigante?
Declare a vitória como Davi o fez – nada pode resistir você quando você vai na força do Senhor.

4). Deus vai usar o que você tiver nas mãos.
Devemos usar o que temos (Davi tinha uma funda e algumas pedras).
Quiseram que ele colocasse uma armadura que não era próprio d´Ele, não era para ele.
Estavam dificultando ao invés de facilitar.

Concluir
Hoje, se passou no seu pensamento recuar por causa de algum problema, nesta hora, Deus lhe diz:
Você não deve recuar.
Você não deve aceitar a derrota ou o desprezo.
Você não deve tentar vencê-lo na própria força.
Você não deve inventar nada, simplesmente diga: “Confio em Deus, o Senhor poderoso dos exércitos!

Que o Senhor o abençoe!

Nao faca uma coisa dessas

Mesmo que não seja levado a sério, o bom conselho não deve ser omitido, mas dado o quanto antes. Se for para tentar evitar a consumação de uma intenção pecaminosa, o alerta precisa ser dado com clareza e autoridade, mesmo que custe algum preço ao conselheiro.

Quando Joanã, o capitão dos judeus à época da tomada de Jerusalém pelo exército caldeu, ofereceu-se para matar Ismael em benefício da segurança de Gedalias, o governador disse-lhe de imediato: “Não faça uma coisa dessas” (Jr 40.16).

Quando o povo de Israel insistia em queimar incenso e prestar culto a outros deuses, por influência das nações vizinhas, os profetas, dia após dia, exortavam-no assim: “Não façam essa abominação detestável” (Jr 44.4).

Quando Amnon, o filho mais velho de Davi, fingiu estar doente para receber em seu apartamento a visita de Tamar, sua irmã por parte de pai, e fechou a porta para agarrá-la e deitar-se com ela, a moça gritou: “‘Não, meu irmão! Não me faça essa violência. Não se faz uma coisa dessas em Israel! Não cometa essa loucura’. Mas Amnon não quis ouvi-la e, sendo mais forte que ela, violentou-a” (2Sm 13.12-14).

Quando o governador romano Pôncio Pilatos, sentado em tribunal entre a cruz e a caldeirinha, pressionado pelo povo — que, por sua vez, era pressionado pelos chefes dos sacerdotes — hesitou a respeito da sorte de Jesus, sua mulher lhe enviou esta mensagem: “Não se envolva com este inocente, porque hoje, em sonho, sofri muito por causa dele” (Mt 27.19). Mas, assim como Amnon, Pilatos não seguiu o conselho da esposa e agiu contra o seu próprio senso de justiça.

Quando os sobreviventes do cerco e da tomada de Jerusalém pelo rei Nabucodonosor intentaram fugir para o Egito, o profeta Jeremias declarou-lhes solenemente: “Não vão para o Egito” (Jr 42.19). Mas eles desobedeceram e foram buscar a proteção do Faraó, que não valeu de nada.

Curiosamente, o ser humano está sujeito a receber e a recusar não só o bom, mas também o mau conselho. De um lado, alguns sopram em seus ouvidos: “Não faça uma coisa dessas”, “Não cometa essa loucura” ou “Não se envolva com este inocente”. De outro lado, há sempre alguém dando a voz de comando contrário. O conselho de Deus era para que o homem não comesse o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, mas a serpente aconselhou a mulher a comer, e Eva, depois de comer, deu-o a seu marido (Gn 2.15-17; 3.1-4). Foi Jonadabe, amigo e primo de Amnon, quem o aconselhou a fingir-se de doente para satisfazer sua paixão sexual por Tamar (2Sm 13.3-5). Foi Jezabel quem aconselhou o marido, Acabe, a tomar criminosamente a vinha de Nabote, que ficava ao lado do palácio, o que provocou o severo juízo de Deus (1Rs 21.1-16).

Essa dupla opção é oposta entre si. Uma persegue a outra. Muitas vezes, a voz de uma e a voz da outra saem do mesmo lugar e têm a mesma energia. A força do Espírito segreda de um lado “Não faça” e a força da carne segreda do outro “Faça”. É uma verdadeira guerra civil, que durará por toda a vida terrena.

Ministro o curso MMI juntamente com minha amada esposa Sílvia Helena, e por várias vezes nos deparamos com situações como estas, ver a pessoa seguir um caminho inapropriado ao cristão e ter que aconselhar, mesmo correndo o risco de perder a amizade, vejo alguns líderes de igreja, outros facilitadores de MMI, e pessoas que poderiam dar um bom conselho, mas se calam diante de determinadas situações. Há algum tempo atrás fomos procurados por outro líder de MMI para aconselharmos ele a aconselhar ou calar-se diante de uma determinada situação, o marido de um dos casais que faziam o curso com este nosso amigo, falou em alto e bom tom que achava uma “besteira” esse negócio de amorzinho pra cá amorzinho pra lá, já estávamos na metade do curso e o homem não havia mudado em nada com relação ao seu comportamento para com sua esposa, e ainda criticava quem mudara, pois para ele não valia a pena mudar seus hábitos por sua esposa, nosso conselho foi apenas uma pergunta, o que é mais precioso para você, a amizade desse casal ou a salvação do casamento deles? Se você falar o que já deveria ter falado, talvez ele se aborreça, talvez não, e se ele se aborrecer, mas salvar o casamento ele vai compreender que o que foi dito foi para o bem dele e logo ele irá retomar a amizade, se não falar, talvez continue a amizade, mas até quando?

Eu sei que muitas vezes é um dilema difícil de se resolver, mas aqui via um CONSELHO, diga sempre o que deve ser dito, para o bem do outro, apenas busque na palavra de Deus o melhor conselho a se dar, mas o nosso calar-se pode custar em alguns casos uma vida.

Nós que conhecemos a palavra de Deus não podemos nos omitir diante dos obstáculos da vida, mesmo que a quem nós aconselhamos não dê ouvidos ao conselho, mas não seja responsável (mesmo que parcialmente) pelo erro ou até morte de alguém.

Ao ver seu irmão, vizinho, amigo, colega do trabalho caminhado pelo lugar errado, peça sabedoria a Deus e fale, aconselhe a não ir por aquele caminho, mostre o bom caminho, a decisão final será dele, mas o dever de ensinar o caminho correto é nosso.

Pense nisso quando você ouvir alguém falando em separação, em traição, “farra” e etc.

Lembre-se:

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. (Mateus 5:13)

O que pode nos levar a conquistar milagres

2 Reis 5:1-17

Introdução
Naamã era comandante do exército da Síria, homem poderoso, mas que não conhecia a Deus.
Apesar de seu prestígio humano, ele tinha um problema muito sério: era leproso (v.1).

Esse homem foi curado milagrosamente pelo Senhor, quando ele ouviu a palavra de Deus e obedeceu.

Mas houve várias virtudes que levaram Naamã a conquistar o seu milagre.

VAMOS APRENDER HOJE COM ESSE HOMEM AS ATITUDES QUE PODEM NOS LEVAR A CONQUISTAR GRANDES MILAGRES EM NOSSA VIDA:

…primeiro:
1- VOCÊ DEVE DAR OUVIDOS À PESSOAS SIMPLES QUE DEUS QUEIRA USAR EM SUA VIDA vs. 2, 3, 13 e 14
As pessoas que Deus usou para levar Naamã ao milagre foram pessoas muito simples.
O v.2 diz de uma menina, uma menina que trabalhava em sua casa e que falou do poder de Deus para ele… o v.13 também mostra que os comandados no exército de Naamã também lhe falaram de Deus, fortalecendo a sua fé e encorajando ele!

Se Naamã não tivesse ouvido estas pessoas (pessoas simples), ele nunca teria sido curado!

Se ele tivesse insistido em dizer: “Mas é palavra de menina! Esse conselho é de uma garotinha… eu quero ouvir algo de um adulto, de uma pessoa madura!” …é possível que ele não tivesse sido curado!

As vezes uma pessoa na igreja diz: “Eu quero oração, mas quero oração do irmão fulano… eu quero é que o pastor ore por mim… e tem que ser do pastor tal!”

A experiência de Naamã deve nos levar a entender que Deus usa todo tipo de pessoa para nos abençoar e que temos que ter a humildade para receber de quem o Senhor escolher para falar conosco.
Talvez você é um professor, uma professora, e um dos seus alunos lhe têm falado algo sobre sua necessidade de Deus; lhe tem dado uma lição. Você deve ouvi-lo! …Talvez você seja patrão de vários funcionários e um deles, talvez o guardinha do escritório, esteja a lhe falar de Deus. Você deve escuta-lo! …pode ser ainda que você seja um universitário, uma pessoa que já tem adquirido muitos conhecimentos, mas um senhor ou uma senhora analfabeta lá da sua vizinhança, tem vindo e lhe falado de Deus. Você deve escuta-lo!

Esse homem, Naamã, deu ouvidos à pessoas simples que Deus havia colocado no caminho dele, e ele foi abençoado. Aleluia!
Hoje você deve dar ouvidos à voz de Deus, mesmo se ela estiver vindo da pessoa mais simples que você conhece. Amém?

…uma segunda atitude que pode nos levar a conquistar grandes milagres em nossa vida é essa:
2- É VOCÊ VENCER A DÚVIDA E SE DISPOR A BUSCAR O MILAGRE vs. 3 e 4
Certamente, Naamã já havia buscado solução na melhor medicina da sua época e possivelmente tinha buscado cura nos falsos deuses que ele servia e na religião que ele tinha, mas nunca conseguiu resultado.
Portanto, Naamã já devia estar bastante desanimado quando a menina lhe falou isto aqui no v.3: “Se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra”!

Porém, quando, Naamã ouviu a menina falar do poder do Deus de Israel, sabe que atitude ele teve? …ele venceu o desânimo e saiu em busca do Senhor. Aleluia!

Há pessoas aqui precisando ouvir isto: porque hoje, estão desanimadas. Já recorreram a vários profissionais, a vários médicos… possivelmente buscaram cura ou solução fazendo simpatias, ou envolvendo-se com falsos deuses de alguma religião, mas tudo sem conseguir resultado.

Meu amado, hoje, Deus está dizendo para você: se você quer conquistar um grande milagre para sua vida, vença seu desânimo e venha buscar no Deus Criador, no Deus vivo e verdadeiro, no Santo de Israel, a sua bênção!
Faça como Naamã: Não deixe que o desânimo impeça você de receber hoje do Deus Todo-poderoso. Amém?

Você está desanimado? Pise com seu pé nesse desânimo, esmague-o, esfregue-o no chão até que ele se desmancha porque o desânimo é um verme e você não pode ser vencido por um verme! Amém?

Hoje, você deve se dispor em buscar a Deus, porque hoje, há um milagre a ser conquistado para a sua vida! Quantos crêem digam forte “Amém!” Aleleuia!

…uma outra atitude que nos leva a conquista de grandes milagres de Deus em nossa vida, é:
3- VOCÊ SE APRESENTAR DIANTE DE DEUS NÃO APENAS PARA RECEBER, MAS TAMBÉM PARA DAR AO SENHOR vs. 5 e 15
Naamã não era um homem avarento, apegado ao dinheiro, mesquinho…
Lemos aqui no v.5, que Naamã foi ao profeta de Deus, levando consigo 350 quilos de prata, 72 quilos de ouro e 10 mudas de roupas finas! …no v.15 ele chama estas coisas de “presente”!

Sabe por que muitas pessoas não conquistam milagres em suas vidas? …porque têm o coração fechado para ofertar e só querem receber a benção.
Naamã, porém, antes mesmo de receber o milagre, preparou uma grande oferta para abençoar o profeta de Deus, que iria ser usado para curá-lo, e insistiu para que sua oferta fosse aceita.

Amado: aprenda a se apresentar diante de Deus, não apenas para receber dEle, mas também para dar a Ele! …e a principal coisa que Deus está procurando receber não é o seu dinheiro… a Bíblia diz que é o seu coração como adorador.

A adoração é o que podemos dar a Deus em resposta ao amor que Ele tem por nós.

Por isso, se você precisa que um milagre aconteça na sua vida, aprenda a se apresentar a Deus não apenas para receber, mas também para dar ao Senhor. E isso Naamã fez. Você também pode fazer! Amém?

…a próxima atitude que nos leva a conquista de grandes milagres de Deus… é:
4- VOCÊ VENCER O ORGULHO E OS PRECONCEITOS QUE TEM vs. 10 a 14
Quero ler o v.10 ao 14: “Eliseu enviou um mensageiro para lhe dizer: “Vá e lave-se sete vezes no rio Jordão; sua pele será restaurada e você ficará purificado”. 11 Mas Naamã ficou indignado e saiu dizendo: “Eu estava certo de que ele sairia para receber-me, invocaria em pé o nome do SENHOR, o seu Deus, moveria a mão sobre o lugar afetado e me curaria da lepra. 12 Não são os rios Abana e Farfar, em Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Será que não poderia lavar-me neles e ser purificado?” E foi embora dali furioso. 13 Mas os seus servos lhe disseram: “Meu pai, se o profeta lhe tivesse pedido alguma coisa difícil, o senhor não faria? Quanto mais quando ele apenas lhe diz que se lave, e será purificado!” 14 Assim ele desceu ao Jordão, mergulhou sete vezes conforme a ordem do homem de Deus e foi purificado; sua pele tornou-se como a de uma criança”.

Como todos nós, aquele homem (Naamã) tinha orgulho e preconceitos no coração.
Ele havia imaginado uma maneira através da qual Deus deveria agir e o Senhor fez completamente diferente.

Naamã imaginou isto aí do v.11: “Por certo o profeta vai vir pessoalmente ao meu encontro, vai orar em nome do Senhor, e vai passar a mão sobre o lugar ferido e aí ficarei curado!”

Mas Deus fez completamente diferente disso: Deus mandou que o profeta enviasse um mensageiro com um recado: “Vá e lave-se sete vezes no rio Jordão; sua pele será restaurada e você ficará purificado”.
Naamã poderia ter permanecido indignado com aquilo… poderia ter dito: “Que isso? Eu sou uma pessoa ilustre, sou chefe de um exército, herói de guerra! Não fica bem ser tratado assim… e depois, lavar-me sete vezes no rio Jordão, que bobagem!!!”

Naamã poderia ter ficado nessa pose, nesse orgulho, nesses preconceitos…
Ah! Mas lemos no v.14 que ele “desceu ao Jordão, mergulhou sete vezes conforme a ordem do homem de Deus e foi purificado; sua pele tornou-se como a de uma criança.” Ô glória!!!

…ele venceu às resistências da sua carne e dispôs-se aceitar o modo de Deus agir.

Você consegue imaginar Naamã naquela hora? Imagine-o tirando diante de seus servos as medalhas de herói de guerra, a roupa nobre que usava, para mergulhar nas águas barrentas do Jordão…

Amado: Naamã aceitou se humilhar na presença de Deus! …foi isso que ele fez.

Muitas pessoas nunca recebem a benção, porque nunca descem do seu pedestal…
Elas dizem: O quê? Me ajoelhar diante de Deus? …me prostrar com o rosto em terra nesse chão frio… diante de todo mundo? …e a minha roupa, a minha pele, que está limpa, perfumada?

Se você nunca se humilhar, se você nunca se rebaixar na presença de Deus, você nunca será levantado na bênção, nunca será exaltado…

Por isso, esta noite, quando o profeta de Deus lhe disser: “Desça ao Jordão, humilhe-se na presença de Deus”, não vá embora furioso porque milagres de Deus são conquistados por aqueles que vencem orgulho, pose e preconceitos. Diga “amém”.

…e finalmente, uma outra atitude que nos leva a conquistar grandes milagres em nossas vidas, é:
5- VOCÊ CONCORDAR EM OBEDECER RADICALMENTE AO SENHOR vs 14 e 17
O v.14 é um registro de que Naamã fez exatamente conforme a palavra do homem de Deus.
No v.10 está o que Naamã deveria fazer segundo a direção que Deus deu: “Vá e lave-se sete vezes (não apenas 1,2 ou 3, mas 7 vezes!) no rio Jordão”. E aqui está no v.14, Naamã, descendo ao Jordão, mergulhando uma, duas, três, quatro… sete vezes!

Amado: Deus não aceita 90% de obediência. Ele quer que nós nos submetamos completamente a Ele.
Para Naamã, a ordem de Deus foi que ele mergulhasse sete vezes no rio Jordão e ele só foi curado, perceba isso, porque obedeceu completamente (após o 7º mergulho, aqui diz que ele foi purificado e que sua pele leprosa tornou-se como a de uma criança)!

Depois, diz o v.17, que Naamã fez uma aliança de que nunca mais buscaria outros deuses (nem os deuses da religião de seus pais), mas que daquele dia em diante, serviria exclusivamente ao Deus de Israel.

Isto revela o que havia no coração de Naamã naquela hora: agora, ele era um homem resolvido a obedecer radicalmente a Deus!

Conclusão
Então, hoje, a fim de conquistar grandes milagres de Deus na sua vida, você deve fazer isto:
…dar ouvidos à pessoas simples que Deus queira usar em sua vida;
…vencer a dúvida e se dispor a buscar o milagre;
…apresentar-se diante de Deus não apenas para receber, mas também para dar ao Senhor;
…vencer o orgulho e os preconceitos que você tem; e
…concordar em obedecer radicalmente ao Senhor.

Ministração
Agora vamos nos curvar em oração. Feche seus olhos…
Amado: Nós não somos diferentes de Naamã. Naamã precisava de um milagre de Deus; nós também precisamos de milagres de Deus, de intervenções milagrosas de Deus nas nossas vidas, nas nossas famílias, na vida de nossos filhos…

E podemos ter muita importância e até algum prestígio, mas há necessidades em nossa vida que só Deus pode suprir.

Mas o caminho para conseguir isso é assumir uma postura de quebrantamento e resolver obedecer em tudo, assumindo Jesus como Senhor da nossa vida.

Deus quer fazer um milagre na sua vida, mas você precisa estar disposto a descer o seu Jordão, a descer do pedestal e humilhar-se diante de Deus.

Quer fazer isso agora? …você vai ouvir uma canção, e se hoje, Deus está tocando o seu coração para você se humilhar, se quebrantar, descer da posição de orgulho e se submeter a uma obediência radical a Deus, quero pedir que venha ocupar os espaços aqui à frente a fim de que você possa se derramar na presença de Deus…

Criando filhos em tempos dificeis

Proverbios 22:6 – Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

Quero falar sobre a educação de filhos.Vamos aboradr alguns pontos

A PRIMEIRA – AS BASES DE UM RELACIONAMENTO SEGURO NA VIDA FAMILIAR

1. noções de autoridade e obediência

2. desenvolvimento da auto-estima dos filhos;

3. boa comunicação doméstica.

Vamos ao primeiro aspecto.

Dê noções de autoridade e de obediência.

Erram os pais que não estabelecem bases de relacionamento em que a autoridade e a obediência não apareçam.Ensinamos que cada um deve viver como quer.As crianças que correm dentro da igreja, fazem tudo o querem dentro e fora de casa. Devemos ter em mente que o caráter de uma criança é formado até os três anos de idade, aos 4 e 5 anos a criança tem noção de certo e errado, aos 7 anos, a criança tem noção de justiça. Castigo não significa espancamento e recompensa não é dar uma bicicleta por que passou de ano. As cadeias estão cheias de gente que achou que não há castigo na vida. Na adolescência surge a crise existencial, esse é um momento que pais sábios farão deste momento uma experiência rica na vida dos filhos, uma liberdade lenta, gradual e segura. Não segure as rédeas, mas não as solte de uma vez, e pense nisto: a avezinha começa a criar asas, não as corte, mas não a solte no ar, de uma vez só.

A SEGUINDA – DESENVOLVA A AUTO-ESTIMA DE SEUS FILHOS.

Cuidado pra que sua autoridade não se torne autoritarismo.Vamos fazer algumas considerações.

Dar e esperar na medida certa, não espere mais do que ensinou ou mais do que pediu, quaisquer coisas que desejam os pais (ou os avós) lhe dão, quando não é 8, é 80, ora, se vejamos, ou é a menina de 7 anos que deve cuidar da irmãzinha como se fosse uma moça de 18 anos, ela quer ser criança e não babá. Não dê demais. Não cobre demais. nunca esqueça uma palavra de elogio ou de satisfação quando a coisa certa for feita. Há pais muito bons em censura, que sabem criticar e reclamar, mas nunca elogiam. Diga parabéns, diga estou feliz com o que você fez etc, é respeitar os filhos. Se prometeu algo, cumpra. Nunca compare um com o outro. Não privilegie um em detrimento de outro. Rebeca amava o filho Jacó, Isaque amava o filho Esaú. Os dois se tornaram inimigos pelo resto da vida e geraram povos inimigos, até o fim de um eles.

Eu te amo meu filho, diga isto pro seu hoje, agora, entenda os erros dos filhos. É diferente de passar a mão sobre a cabeça. Evite o perfeccionismo moral na criação dos filhos seja amigo pessoal de seus filhos. Seja o herói de seus filhos. O melhor amigo deles. Uma necessidade enorme para a criança e para o adolescente é saber que pode confiar nos pais. NUNCA MINTA PARA SEU FILHO.

TERCEIRA – ESTABELEÇA UMA BOA COMUNICAÇÃO COM OS FILHOS.

Tenham tempo para eles, lembre-se que seu maior tesouro é sua família. Tenha tempo para conversar com eles, passear com eles, para ouvi-los, mesmo que seja algo que lhe pareça irrelevante.evitem tratá-los com grosseria. saiba pedir perdão aos filhos quando errar.

CONCLUSÃO

Sejam sacerdotes, em casa. Lembrem-se de Jó. Ele acordava de madrugada para oferecer sacrifícios pelos filhos. Pensava que talvez os filhos tivessem pecado. Há pais que são excelentes policiais, bons cobradores, exímios juízes, mas péssimos sacerdotes. Você ora por seu filho? Apresenta-os a Deus, em oração, todos os dias?

Ter filhos é uma responsabilidade fascinante. Vê-los crescer, não apenas em físico, mas em conhecimento e caráter, é muito agradável. Lucas 2.52 fala do crescimento do menino Jesus: “E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens”. São as três dimensões do crescimento de uma criança: sabedoria (crescimento intelectual),
estatura (crescimento físico) e em
graça diante de Deus e dos homens (crescimento espiritual notado pelas pessoas). São as áreas em que devemos levar nossos filhos a crescerem, ajudando-os no desenvolvimento intelectual, físico e espiritual. É o nosso desafio e é a nossa responsabilidade.

Deus nos ajude a criar nossos filhos.

Lidando com o pecado – Saul e Davi

Romanos 3:23

Todos pecaram (Romanos 3:23). A única diferença é como as pessoas respondem aos seus próprios pecados. Saul e Davi foram os dois primeiros reis de Israel. Ambos eram homens humildes e fiéis quando foram escolhidos. Ambos reinaram bem, no princípio. Ambos pecaram. A diferença entre Saul e Davi era suas reações quando confrontados com seus pecados.

Saul

Devido a exigência do povo, o Senhor selecionou um rei para Israel (1 Samuel 8). Ele escolheu Saul, um homem belo de uma família militar. Saul, que estava procurando as jumentas perdidas de seu pai quando Samuel o ungiu, ficou perplexo (1 Samuel 9). Sua timidez o fez esconder-se quando sua escolha foi anunciada publicamente (1 Samuel 10:21-22). Ele certamente não estava procurando glória pessoal.

Saul reinou bem, no princípio, mas gradualmente sua autoconfiança cresceu e sua confiança no Senhor diminuiu. Em 1 Samuel 15 o Senhor ordenou que Saul e seu exército conquistassem os Amalequitas, uma nação que tinha atacado erradamente Israel séculos antes (veja Êxodo 17). Deus ordenou que os Amalequitas fossem exterminados; nada deveria ser poupado. Em vez disso, Saul poupou o rei e os melhores animais.

Deus disse a Samuel que fosse falar com Saul, que estava erguendo um monumento a si mesmo (1 Samuel 15:10-12). Quando Samuel se aproximou, Saul abriu a boca: “Bendito sejas tu do SENHOR; executei as palavras do SENHOR” (15:13). Ele parecia muito ansioso para assegurar a Samuel de que a ordem tinha sido cumprida. Samuel respondeu perguntando pelo som de bois mugindo e ovelhas balindo. Este era o ponto crítico. O que faria Saul quando confrontado com seu pecado? Saul defendeu-se (15:15). Ele explicou que era o povo que tinha poupado os animais. Ele raciocinou que isso era por uma boa causa: sacrificar ao Senhor. Desde Adão até agora, os pecadores têm tentado afastar a culpa e dar desculpas pela sua desobediência. É duro aceitar a responsabilidade pelos próprios atos.

Samuel repreendeu Saul, contrastando sua primitiva humildade com a vontade própria e o orgulho que ele, então, estava demonstrando (15:16-18). Essa dura reprovação penetraria as defesas de Saul e faria com que ele se humilhasse e se arrependesse? Não, Saul endureceu seu coração. Ele reiterou suas desculpas, alegando que tinha de fato obedecido ao Senhor. Ele insistiu que não era sua culpa, uma vez que o povo é que tinha poupado os animais e que tudo, afinal, era para sacrificar. A consciência de Saul era impenetrável. Mais tarde Saul recitaria a palavra “Pequei”, mas somente porque ele queria que Samuel voltasse e o honrasse diante do povo, não porque estivesse arrependido de fato.

Como resultado do coração impenitente de Saul (note Romanos 2:5), Deus afastou Seu espírito de Saul, e um espírito mau entrou nele. Dai em diante, a vida de Saul foi torturada e arruinada pela culpa. Ele se tornou paranóico, suspeitando de seu genro, Davi, e tramando matá-lo (veja Samuel 20:30-33). Ele assassinou 85 sacerdotes de Deus (1 Samuel 22) e resolveu consultar uma feiticeira (1 Samuel 28). Finalmente, ele se suicidou (1 Samuel 31). Saul demonstra o que acontece a uma pessoa que se recusa a confessar e arrepender-se do pecado. A culpa leva à insanidade.

Davi

Como Saul, Davi era humilde e justo quando foi escolhido para ser rei. Ele se tornou um governante popular e capaz, abençoado com vitórias militares e prosperidade. Infelizmente, o pecado entrou. Davi viu Bate-Seba, a mulher de um vizinho, enquanto ela se banhava. Inflamado pela cobiça, Davi indagou a respeito dela e soube que era a esposa de um dos seus mais condecorados soldados. Ele convidou-a ao palácio e cometeram adultério. Depois ela voltou para casa.

Cedo ou tarde, o Senhor confronta-nos com nossos pecados. Bate-Seba engravidou e mandou avisar Davi que ele era o pai. Em vez de admitir seu pecado, Davi chamou o esposo dela, Urias, da batalha e lhe disse que fosse para casa. Davi queria fazer com que a criança parecesse legítima. Por respeito aos seus camaradas, Urias se recusou a passar a noite com sua esposa. Frustrado, Davi enviou um recado, pela própria mão de Urias, para o comandante do exército, Joabe, para metê-lo na frente da batalha e, então, retirar-se dele. Deste modo, Urias foi assassinado e Davi tomou Bate-Seba como sua esposa.

A melhor coisa a fazer quando pecamos é admitir e nos arrepender. Davi não o fez. Em vez disso, ele tentou encobrir seu pecado e fazer com que parecesse que nada de errado tivesse acontecido. Assim, o Senhor tomou medidas mais fortes para levar Davi ao arrependimento. O profeta Natã foi a Davi e o condenou por seu pecado. Ele advertiu a Davi que ele tinha cometido tanto adultério como assassinato e que o Senhor o puniria severamente: a criança morreria; a espada nunca se afastaria de sua família; as suas próprias concubinas seriam violadas à vista de todos.

Até este ponto, Saul e Davi eram iguais. Ambos pecaram. Um profeta foi enviado a cada um deles para condená-los pelo seu pecado. Ambos os profetas (Samuel e Natã) anunciaram o julgamento contra eles. É aqui que a diferença entre os dois homens pode ser vista. Saul tentou desculpar-se e afastar a culpa. Davi disse: “Pequei contra o Senhor… contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos…” (2 Samuel 12:13; Salmos 51:4). Ele implorou perdão e restauração de sua relação com o Senhor (veja Salmo 51). Portanto, Deus perdoou a Davi (2 Samuel 12:13).

Que diferença o arrependimento faz! A vida posterior de Saul foi atormentada pela culpa, levando-o a paranóia, ciúmes e depressão. Seu reinado, começado tão esperançoso, terminou em suicídio. Davi, por outro lado, ainda que enfrentasse terríveis conseqüências de seu pecado (morte da criança, discórdia na família, estupro de suas concubinas), foi purificado de sua culpa e não foi atormentado pelos distúrbios mentais como Saul. Ainda que mortificado pelo horror de seu pecado, ele continuou a ter amizade com Deus e a servi-lo fielmente.

Aplicação para nós

O Salmo 32 registra as meditações de Davi com respeito a seu pecado:

Versículos 1-2: “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo.” Davi regozijava-se com seu perdão, e sentiu aliviado por ter sido limpo. Contudo, o perdão não é automático. Ele chega àquele em cujo espírito não há engano: àquele cujo arrependimento é honesto, sincero e real.

Versículos 3-4: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.” Davi se lembrava da agonia do pecado não confessado. Sua consciência não tinha descanso. Ele se sentia esvaziado, exausto. Ainda que confessar o pecado seja duro, uma recusa desavergonhada a aceitar a responsabilidade por ele é ainda mais forte com o passar do tempo. A culpa tortura.

Versículo 5: “Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” Perdão! Alívio! Paz! Quando Davi confessou foi como se a pressão da água atrás de uma represa fosse aliviada pela abertura de uma comporta.

Versículo 7: “Tu és meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.” Você vê o que a confissão e o perdão podem fazer? Admiravelmente, essa é a mesma pessoa descrita nos versículos 3-4. Ver a alegria do perdão deverá motivar-nos ao arrependimento e confissão dos nossos pecados ainda que seja difícil.

Versículos 8-9: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho. Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.” Davi contrasta o homem que responde ao simples olhar do Senhor com o homem parecido com a mula! Esse precisa de freio e rédea para fazer com que obedeça. Talvez ele estivesse pensando como teria sido melhor se ele tivesse se arrependido e confessado o seu pecado imediatamente, em vez de esperar até que Natã tivesse que lhe “bater” na cabeça. Algumas crianças são bastante sensíveis e, sendo assim, um olhar duro as corrige na hora, enquanto outras exigem diversas boas surras. Estaremos muito melhor sendo sensíveis à mais leve indicação da desaprovação do Senhor em vez de precisar de castigo severo para nos corrigir.

E quanto a nossos pecados? A diferença entre aqueles que seguem o Senhor e aqueles que não seguem, não está em seus pecados S todos pecam. A diferença está no que eles fazem após pecarem. O que acontece quando alguém aponta o pecado em nossa vida ou quando lemos na Bíblia que o que estamos fazendo é errado? Agimos como Saul: afastando a culpa, dando desculpas, tentando defender-nos? Agimos como Davi: admitindo humildemente nossos pecados e nos arrependendo quando a repreensão de um irmão nos força a enfrentá-los? Ou melhor ainda: desenvolveremos sensibilidade ao Senhor e a sua palavra de modo que vejamos nossos próprios pecados e imediatamente venhamos a confessá-los, nos arrepender e pedir o perdão ao Senhor?

Todos pecam. A diferença entre os homens está em como eles respondem aos seus pecados.