Uma Declaração Evangélica sobre o Casamento

Diante da recente decisão da Suprema Corte dos EUA de redefinir o conceito de casamento, mais de 100 pastores assinaram uma Declaração Evangélica sobre o Casamento.

Como cristãos evangélicos, discordamos da decisão da Suprema Corte que redefine o casamento. O Estado não criou a família, e não deveria tentar recriar a família à sua própria imagem. Não capitularemos quanto ao casamento, pois a autoridade bíblica exige que não o façamos. O desfecho da decisão da Suprema Corte de redefinir o casamento representa o que parece ser resultado de meio século de testemunhar o declínio do casamento através do divórcio, coabitação e uma cosmovisão de liberdade sexual quase sem limites. As ações da Suprema Corte representam riscos incalculáveis para um tecido social já volátil ao alienar aqueles cujas crenças a respeito do casamento são motivadas por profundas convicções bíblicas e preocupação pelo bem comum.

A Bíblia claramente ensina a verdade permanente de que o casamento consiste de um homem e uma mulher. De Gênesis a Apocalipse, a autoridade da Escritura testifica da natureza do casamento bíblico como especificamente limitado à complementaridade de homem e mulher. Tal verdade não é negociável. O próprio Senhor Jesus disse que o casamento existe desde o princípio (Mt 19.4-6), portanto, nenhuma instituição humana tem a autoridade de redefinir o casamento assim como nenhuma instituição humana tem a autoridade de redefinir o evangelho, que o casamento misteriosamente reflete (Ef 5.32). A decisão da Suprema Corte de redefinir o casamento demonstra um discernimento equivocado ao desconsiderar o que a história e incontáveis civilizações passaram adiante até chegar a nós, mas também representa um resultado com o qual os próprios evangélicos, infelizmente, não são inocentes de ter contribuído. Muitas vezes, evangélicos professos falharam em ser modelos dos ideais que tão preciosamente estimamos e cremos serem centrais para a proclamação do evangelho.

Igrejas evangélicas devem ser fiéis ao testemunho bíblico do casamento, independente de mudanças culturais. As igrejas evangélicas dos Estados Unidos encontram-se agora em uma nova paisagem moral que nos chama a ministrar em um contexto cada vez mais hostil à ética sexual bíblica. Isso não é novo na história da igreja. Desde seus primórdios, quer fosse na margem da sociedade ou em uma posição de influência, a igreja é definida pelo evangelho. Nós insistimos que o evangelho traz boas novas a todas as pessoas, independentemente de a cultura considerar ou não as novas boas.

O evangelho deve informar nossa abordagem ao testemunho público. Como evangélicos animados pelas boas novas de que Deus oferece reconciliação através da vida, morte e ressurreição do seu Filho, Jesus, nós nos comprometemos a:

• Respeitar e orar pelas nossas autoridades governantes, mesmo enquanto passamos pelo processo democrático de reconstruir uma cultura de casamento (Rm 13.1-7);

• Comunicar a verdade a respeito do casamento bíblico de uma maneira que traga cura para uma cultura sexualmente doente;

• Afirmar o mandato bíblico de que todas as pessoas, incluindo Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) e pessoas de quaisquer outras orientações sexuais, são criadas à imagem de Deus e merecem dignidade e respeito;

• Amar os nossos próximos independentemente de quaisquer desacordos que surjam como resultado de crenças conflitantes a respeito do casamento;

• Conviver de maneira respeitosa e cívica com aqueles que possam discordar de nós, em nome do bem comum;

• Cultivar uma cultura comum de liberdade religiosa que permita que prospere a liberdade de viver e crer de maneira diferente.

A redefinição do casamento não deveria ocasionar a erosão da liberdade religiosa. Nos anos que se seguirão, pode ser que instituições evangélicas sejam pressionadas a sacrificar suas sagradas crenças a respeito do casamento e da sexualidade a fim de acomodar quaisquer exigências que a cultura e a lei exijam. Nós não temos a opção de nos adequarmos a tais exigências sem violar nossas consciências e abrir mão do evangelho. Nós não permitiremos que o governo nos coaja ou infrinja os direitos de instituições de viver de acordo com a sagrada crença de que apenas homens e mulheres podem se unir em casamento.

O evangelho de Jesus Cristo determina a forma e o tom do nosso ministério. A teologia cristã considera seus ensinos sobre o casamento atemporais e imutáveis, e assim, devemos nos posicionar firmemente de acordo com tal crença. Ultraje e pânico não são reações dignas daqueles que confiam nas promessas de um Cristo Jesus que reina. Embora creiamos que a Suprema Corte tenha errado em sua decisão, nós nos comprometemos a nos posicionarmos de maneira inabalável e fiel, testificando do ensino bíblico de que o casamento é o pilar principal da sociedade, designado a unir homens, mulheres e crianças. Prometemos proclamar e viver essa verdade a todo custo, com convicções que são comunicadas com bondade e amor.

 

Extraído do site: Voltemos ao evangélho.

6 benefícios do evangelismo

O Novo Testamento pinta um quadro no qual todo discípulo de Cristo está ordinária e naturalmente envolvido no evangelismo tanto quanto no estudo bíblico, na oração e na adoração corporativa. Do cristão recém-convertido ao santo mais enrugado, compartilhar o evangelho é uma parte necessária e fundamental para uma vida de crescimento em Cristo.

Parte do ensino dos apóstolos, no qual a igreja recentemente cheia do Espírito perseverava (Atos 2.42), certamente consistia no ordinário e regular compartilhamento do evangelho com família, amigos e estranhos. Desde as primeiras semanas e meses após o Pentecoste, pessoas eram salvas diariamente (Atos 2.47). A evangelização se tornou imediatamente uma parte da sua nova vida de discipulado ao Senhor Jesus ressurreto.

Aqui estão seis modos pelos quais tratar o evangelismo como uma parte necessária do discipulado ajuda a conduzir os discípulos à maturidade.

1. O evangelismo ajuda a manter o evangelho no centro das nossas vidas e igrejas.

2. O evangelismo aprofunda o nosso entendimento das verdades mais fundamentais da Escritura.

3. Um evangelismo apropriadamente motivado aumenta o nosso amor a Deus e ao próximo.

4. O evangelismo desperta questões e objeções inesperadas dos não cristãos, o que pode aprofundar a nossa fé.

5. O evangelismo nos protege da presunção enganosa de que as pessoas ao nosso redor estão salvas.

6. O evangelismo aumenta a probabilidade de sermos perseguidos por causa do evangelho, o que conduz ao nosso crescimento.

Eu poderia ir embora, mas quero ficar

É isso aí. Um dia decidimos ficar juntos. Ninguém mandou. Ninguém obrigou. Apenas decidimos. Não que não estávamos juntos antes, é que agora estar sozinho será impossível. E quer saber? Está bem melhor assim! Era o momento do passo a mais.

Há quem diga que isso realmente é a pior decisão que alguém pode tomar, há outros que dizem que não sabiam viver antes de se unir ao outro. A verdade é que alguns gostam da ideia do pra sempre e outros nem tanto.

Acho que é por isso que as piadas sobre o tema fazem tanto sucesso. É uma grande piada pensar que duas pessoas, com duas bagagens diferentes, decidam ir para o mesmo destino, mesmo sem saber direito onde é. É, depois que casamos, a gente precisa aprender a rir mais das coisas mesmo. Até o riso solitário perde o sentido de ser.

Passa muito rápido. Quando menos esperamos, ele está lá atrás de um anel que atenda os gostos pessoais dela, mas que não seja tão caro para seu bolso e, ela, igualmente determinada, vive atrás de um vestido caro pensando qual será a estratégia para convence-lo de que é o único que encontrou na cidade do seu gosto. Eu acho bonitinho esse jogo de casal.

Logo depois, o grande dia chega. Ele vê todos os familiares de ambos lá e pensa: “O negócio era sério mesmo”. Ela, por sua vez, só pensa em sorrir enquanto todos a olham entrando pelo corredor que ela mesmo mandou enfeitar.

Enquanto ele nota que ela está realmente linda, pensa: “Uau! que sorte a minha.” Todos do recinto também notam a beleza dela. Bem que dizem por aí que o casamento é formado por uma noiva maravilhosa e exuberante e um carinha bem arrumadinho em pé ali do lado dela.

Olhares vem e vão e os dois precisam jurar no meio de todos que nada, absolutamente nada, nem mesmo a pobreza completa ou as doenças terminais, farão sentir saudades da comida da mamãe.

Um segundo depois de todas aquelas palavras lindas, os dois continuam em pranto – um choro otimista, claro – e comprometem-se a trabalhar a auto-estima um do outro, a não ligar para as toalhas molhadas ou os cabelos compridos no ralo e, sobre tudo, a enfrentar os problemas mais sérios juntos.

Ah! E nada – lembram eles – absolutamente nada vai influenciar negativamente o que um sente pelo outro. Isso inclui também os quilos a mais dele e até aqueles dias em que ela não pode ser provocada. Isso inclui as reclamações dele sobre o chefe irritado e as delas sobre a colega de trabalho com inveja.

Muitos dos que fizeram esse ritual todo estarão divorciados algumas décadas depois. É, eu sei, não gostaríamos que fosse assim, mas nem todos sabem bem o que significa “sempre”. A vida também as vezes nos coloca em cada enrascada!

Mas também, sei que muitos continuarão esquecendo as datas especiais e fingindo que sabiam ou discutindo onde é melhor investir o dinheiro da poupança, ou até, decidir o lugar ideal para irem visitar nas férias.

Problemas complexos do tipo: “Qual é o melhor lado do rolo do papel higiênico?” podem até ameaçar tirar a paz, mas não acabar com o amor..

Você deve estar se perguntando: Porque então as pessoas se casam? Bom, eu poderia não ter entrado nisso, mas escolhi, eu quis seguir o desafio de viver com alguém para sempre.

Com o tempo vamos aprendendo que o amor do jeito que a gente sonha só serve para os roteiros cinematográficos, mas aqui na vida real, ele é muito mais que um beijo técnico entre a Jennifer Aniston e o Ashton Kutcher.

O principal aqui a ser discutido é: Queira você ou não, o casamento é uma instituição que vale a pena buscar e proteger, não só pelo fato de que podemos compartilhar uma vida, mas porque achamos que viver de verdade só vale a pena se for para viver a dois.

 

Texto extraído do site Minha vida cristã.

Palavra pastoral

Bendizei ó minha alma ao Senhor, e não te esqueça de nem um só de seus benefícios – Salmos 103:2

Não esquecer do que Deus fez ou faz, não é apenas admirar, louvar e agradecer a Deus pelo que temos recebido, mas também louvá-Lo pelas pessoas que nos cercam, e principalmente por elas, as pessoas, por que toda ação de Deus tem o objetivo alcançar as pessoas, vidas, e para alcançar vidas Deus usa outras vidas, a minha e a sua, usa nossas vidas, Deus com o poder de sua voz criou o universo, o a separação do firmamento, enfim tudo que existe foi criado pelo som de Sua voz, o vento e o mar se acalmou ao ouvir sua voz, mas para resgatar pessoas das amarras de satanás Deus usa vidas, vidas para ganhar, resgatar, restaurar, outras vidas.

Como sou grato a Deus, pois aqui na Igreja Cristã Gileade em Juazeiro Norte tenho visto que Deus pode contar com muitas vidas para alcançar outras, existe aqui uma igreja que vivencia na prática a expressão maior do amor de Deus, o AMOR pelo próximo, essa igreja AMA.

Eu e minha esposa somos gratos a Deus por termos o privilégio de pertencer a uma comunidade cristã como esta, comunidade que tem feito história, história que se mistura com gratidão e esperança no futuro, ainda somos uma igreja pequena, mas creio que a igreja é um organismo vivo, e assim sendo sempre cresce, é verdade, somos pequenos em número, mas grande em amor de uns para com os outros, trabalho, e serviço para Deus e para a comunidade, basta ver as atividades que esse que já realizaram, ECC, eventos para as crianças do bairro, Peniel,  sopão para moradores de rua mensalmente, os pequenos grupos onde acontecem grandes encontros e muito mais.

Aqui tenho ensinado, mas tenho aprendido, aprendo com o cuidado de um, com o carinho de outro, com o dom de liberalidade de outro, aqui sinto-me feliz e honrado por pastorear essa brilhante equipe de obreiros, que com seu amor dedicado a mim e minha família, e todos que aqui chegam, tem me inspirado a amar mais e mais.

Por conhecer quem são, não posso aceitar que alguém menos informado diga que aqui não tem amor, a Igreja Cristã Gileade AMA com amor incondicional, com amor ágape.

A ICG tem amado com amor que serve, sabemos que temos defeitos e temos buscado dia-a-dia a face do Senhor para que possamos diminuir e Ele cresça em nós, sabemos também que há muito a ser feito, mas creio que aquele que iniciou a boa obra também a aperfeiçoará.

Louvo a Deus por cada um que faz parte dessa história, Deus os abençoe!

No amor de Cristo.
Pr. Franco Júnior.

A SABEDORIA DO SILÊNCIO

“Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio” (Provérbios 17:28).

O Filósofo e Matemático francês Blaise Pascal tinha razão quando disse: “A maior parte dos problemas do homem decorre de sua incapacidade de ficar calado”. Sobre isso, o texto sagrado também apresenta lições preciosas. Vejamos:

Primeira, a sabedoria não raras vezes é percebida pelo nosso silêncio. Às vezes, não são as muitas palavras que evidenciam uma pessoa sábia, mas sua capacidade de ficar calada. Precisamos lembrar com certa frequência do velho ditado popular: “Boca fechada não entra mosquito”.

 

Segunda, o silêncio é pedagógico. O silêncio ensina até um tolo. Diz o texto: “Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio”. Os problemas não se agigantam quando ficamos calados, mas quando falamos muito e sem discernimento.

Terceira, aprender a ficar calado em certas ocasiões pode ajudar as pessoas a mudarem conceitos a seu respeito. Novamente o texto diz: “Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio”. O tolo calado é visto como sábio.

Nem bem a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos em um acidente aéreo, nesta quarta (13), foi confirmada e surgiram comentários com afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais.

Pessoas pedindo para que, no lugar de Campos, naquele jatinho, estivesse Aécio ou Dilma. Ou colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente.

Não, isso não é piada. Muito menos revolta contra a política.

Há outro nome para esse tipo de ignomínia, para essa incapacidade crônica de sentir empatia com os passageiros de um avião que cai e com as pessoas que estavam em solo. Talvez essa impossibilidade de se reconhecer no outro e demonstrar algum apreço pela vida humana seja alguma forma de psicopatia grave.

O que não surpreende, pois tem o mesmo DNA das discussões estéreis e violentas levadas a cabo na internet, sob anonimato ou não. Mas não deixa de chocar.

O que tem faltado é respeito, respeito a dor de quem perdeu não um político, mas uma vida, não, não sou partidário de Eduardo Campos, sou alguém fica chocado com a incapacidade da empatia de algumas pessoas.
À família e aos amigos de Campos e de sua equipe e aos feridos entre os moradores de Santos, minha solidariedade. Aos que fazem disso uma brincadeira ou uma chance para aparecer, e aos que se dizem apenas expressar seu pensamento, volto a afirmar:

“Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio” (Provérbios 17:28).

Palavra Pastoral

Quantas saudações recebi hoje, chego aos 40 anos melhor do que os 20, mais maduro, mais feliz, mais abençoado, mais do Senhor em minha vida, mais um ano que estamos juntos, o quarto até aqui, tudo pela graça de Deus. Nunca imaginei ser tão abençoado com um ministério assim. A cada dia que passa minha animação e motivação só aumentam com o rebanho que Deus me deu. Sempre acreditei que um ministério bem sucedido depende de três vontades: de Deus, do pastor e do rebanho. A depender de mim, essa relação agradável e madura continuará. Registro isso para mostrar que ser pastor desta igreja me faz bem, me alegra!

Pode ser que alguém imagine que minha motivação seja produto de autossuficiência, presunção ou coisa parecida. Engana-se. Ninguém mais do que eu, minha esposa, filhos e o próprio Deus sabemos de minhas limitações. Se você atentar para o início: tudo pela graça de Deus. Não é retórica! É a mais apropriada e oportuna expressão!

Agradeço imensamente todos os amigos, familiares, irmãos em Cristo que felicitaram-me, não sei se estou à altura de tanto, gosto de sempre fazer uma autoanalise e só consigo chegar a uma conclusão: estou muito longe do ideal. Não é segredo para ninguém que trabalho arduamente, mas longe estou de tudo o que poderia fazer. De forma que nossa relação é muito mais produto da bondade de Deus e do amor dos irmãos do que, propriamente, mérito meu. Tudo é graça divina!

Já preguei sobre dois mitos que precisam ser derrubados na relação pastor x igreja: o mito do pastor perfeito e o mito da igreja perfeita. Nossa caminhada é marcada pela consciência dessa impossibilidade. E louvo a Deus porque tal compreensão possibilitou-nos estar juntos com respeito, admiração, consideração, amizade, companheirismo, propiciando condições para atuar temperamento peculiar. Repito: tudo é graça divina!

É possível que um/uma desavisado(a) não veja muita relação entre o título e o texto. Outro engano. Realcei a graça divina por acreditar piamente que é a base de minha felicidade como pastor. Em qualquer roda que se forma e o assunto é ministério pastoral, assumo sem constrangimento: sou feliz por ser pastor. E mais feliz ainda por ser pastor da Igreja Gileade de Juazeiro do Norte.
Agora, pastor mesmo é aquele que, na linguagem do escritor aos Hebreus, é o grande pastor das ovelhas – 13.20. A Ele, graças dou e rendo glórias por ser pastor! E pastor feliz!

Nessa minha alegria não posso deixar de citar minha esposa, que como Sarah, largou tudo para acompanhar um homem com um chamado de Deus. A ela minha mais profunda gratidão por estar sempre ao meu lado, aos meus filhos, presentes de Deus na minha vida.

Obrigado a todos, obrigado IGREJA GILEADE DE JUAZEIRO DO NORTE.

Adeus 2013, que venha 2014!

Quantas bênçãos recebemos de Deus em 2013, veja algumas dela na nossa retrospectiva 2013.

E em 2014, quantas bênçãos esperamos? Ora, é natural que desejamos, pois delas necessitamos para que nossos dias sejam marcados pelo verdadeiro êxito.

No livro de Números 6:24-26, encontramos a bênção que Araônica que algumas vezes é dada ao final do culto. Que esta bênção, contida de seis graciosas promessas, seja derramada sobre cada um de nós em 2014.

I. “O Senhor te abençoe”

A bênção provém de Deus! Deus é a origem de toda boa dádiva! Tiago 1:16-17 diz:

Não vos enganeis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.

Não confundamos, contudo, “bênção” com “sucesso” de acordo com a minha vontade. A bênção às vezes pode ser o “não” de Deus para algumas coisas que desejo. Que o Senhor te abençoe em 2014!

II. “…E te guarde”.

Apesar das bênçãos de Deus serem “boas dádivas”, o coração do ser humano é corrompido pelo pecado. Por isso, enfrentamos tantos perigos. Perigos “físicos” e “espirituais”.

Salmo 121 diz:

O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua a noite. O Senhor te guardará de todo o mal: Ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre.

Guardar aqui é mais no sentido de ser preservado na aliança com Deus do que não sofrer um acidente ou passar por aflições. A promessa do Salmo inclui o cuidado da alma (vida), coisa tão esquecida neste tempo materialista.

Que o Senhor guarde a sua vida em 2014.

III. “O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti”.

Resplandecer o Seu rosto” significa a presença de Deus revelada. Para Israel, a presença de Deus no deserto era verdadeiramente um brilho em meio à escuridão (Ex.40:34-38).

Sobre ti”, significa que Deus não é uma energia, mas que pessoalmente se revela, se mostra e se relaciona com os que são Seus.

Que Deus resplandeça Seu rosto sobre sua vida em 2014!

IV. “…E tenha misericórdia de ti”.

Misericórdia em hebraico é hesed que, normalmente, é traduzida por “amor”, “bondade”, “benevolência” ou “misericórdia”. Hesed é frequentemente associado à Aliança (Êxodo 20:6;34:6). A própria Aliança é chamada hesed (Is 55:3). O hesed do SENHOR dura para sempre (Is 54:8;55:3; Jr 33:11; Mq 7:20).

Misericórdia” em hebraico também pode ser representada pelo vocábulo Rahamim. A raiz desta palavra é rhm, e tem o significado de “útero”. Rahamim pode ser traduzida como “vísceras”, “entranhas”, “sentimento de amor”, “compaixão”, “misericórdia”.

Misericórdia é, assim, o amor perdoador, gracioso, que não desiste de nós apesar de nossos fracassos e equívocos!

Que a misericórdia de Deus seja abundante sobre sua vida em 2014!

V. “O Senhor levante sobre ti o Seu rosto”.

Significa um clamor para que Deus não esconda Seu rosto e preste atenção em Israel.

Que tragédia é sentir que Deus escondeu o Seu rosto de nós! Essa bênção, que temos, portanto é uma grande necessidade que temos!

Os judeus ortodoxos ainda esperam o rosto de Deus se levantar, mas nós, que cremos em Cristo, confessamos que Deus revelou Seu rosto em Jesus, o Messias.

João 1:14:

E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai.

João 1:18:

Ninguém jamais viu Deus; o Deus Unigênito, que está no seio do Pai, é quem O revelou.

VI. “… E te dê a paz”.

O mundo carece de paz. Muito se fala em paz, especialmente nas mensagens de felicitações por conta da “virada do ano”. Há manifestos públicos e desejos privados por paz em todos os níveis de relacionamentos. Mas qual a paz que se procura?

Jesus disse em João 14:27:

Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo.

Nós cristãos cremos que a paz tem nome: JESUS! A paz, portanto, só pode ser real quando o Senhor da Paz promovê-la no solo do nosso coração inclinado para a guerra. A paz verdadeira nos relacionamentos, quaisquer que sejam, começa quando o nosso coração se encontra com Cristo e passamos a gozar da paz de Deus! (Romanos 5:1)

Que a paz de Deus encha seu coração em 2014

O Senhor te abençoe e te guarde; O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; O Senhor sobre ti levante o Seu rosto e te dê a paz!.

3 anos

Nosso Amor

Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12:1-3

Parece que foi ontem, mas já passaram três anos, lembro-me de uma conversa informal com o saudoso Pr. Ivan Sampaio, fui ao seu gabinete e entre tantas conversas que tivemos lembro-me de uma pergunta:

– Qual é seu sonho ministerial? Perguntou ele.

– Pastorear vidas! Respondi.

45 dias após essa conversa estávamos de mudança para uma terra que só conhecia pela sua história, Juazeiro do Norte/CE, dista 500 km de onde morávamos, Fortaleza/CE, na bagagem, além de do trivial, uma promessa feita a outro homem, Abraão, que pela simples Palavra de Deus decidiu largar tudo o que tinha, estabilidade, família, amigos, etc, e decidiu ser peregrino em uma terra distante e desconhecida.

No texto acima, que alias foi a palavra que Abraão ouviu, Deus não menciona em lugar algum que ele teria riquezas, bens materiais, que seria fácil, isso não é mencionado, mas o que impeliu Abraão a tomar tamanha decisão foi a promessa de Deus de que ele seria benção às famílias da terra, que seria abençoado, e que pela sua vida o nome de Deus seria engrandecido.

Imagino como vivia Abraão em Ur, Deus ao chamar Abraão não solicitou apenas que ele mudasse de cidade como se faz quando somos enviados pela empresa que trabalhamos, Deus solicitou a Abraão uma mudança de vida, de conduta, uma nova perspectiva de vida, Abraão a partir daquele chamado iria viver na dependência total de Deus.

Ao chegar em Juazeiro do Norte descobri que os anos de experiencia e meu vasto currículo não tinha o mesmo valor que em Fortaleza, levei algum tempo para adapta-me a nova realidade, não dependia de mim mesmo, agora eu era peregrino em uma terra distante e na total dependência de Deus, assustador…

Não saber exato o que, como e quando vai acontecer, é assustador, leva um certo tempo para aprender a descansar e confiar realmente nas promessas de Deus.

em ti serão benditas todas as famílias da terra

Isso era o que me impulsiona a continuar firme, quando o Senhor fez essas promessas a Abraão ele tinha 75 anos de idade, lembrando, a promessa foi: Sair de sua terra, ir para uma terra distante, quando chegasse lá, seria abençoado, seria pai de uma grande nação.

Inicio das benção de Deus, o sonhado filho, só veio 20 anos depois, uma grande nação, Abraão viu pela fé.

Nos primeiros dias e no primeiro ano o quanto eu e minha esposa choramos e clamamos (ainda fazemos isso) pedindo líderes, lembro de Elias orando e mandando ver se havia alguma nuvem no céu, a nuvem só apareceu na sétima vez que ele orou, o fato não ver nuvem não impediu sua fé, por mais de dois anos não víamos nuvens no céu, só pela fé, hoje a chuva de Deus desce sobre a Gileade.

Hoje , 30 de outubro completa-se 3 anos que saímos da nossa terra, da nossa parentela, até que não esperamos muito como Abraão, após 3 anos, já temos um filho nos braços, uma igreja, jovem mas apaixonada e sonhadora, desejosa de ver o cumprimento da promessa.

Quando aqui chegamos o que tínhamos era um pequeno grupo irmãos, 4 famílias ao todo, um grupo bem pequeno, alguns feridos e machucados, outros desesperançosos e sem fé.

Aos poucos Deus acendeu a chama do espírito, do amor por vidas, chamou pelo nome os que estavam mortos e os fez reviver.

Houve quem nos chamasse de loucos por ter tamanha atitude, outros nos perguntavam se valeria a pena.

Imagino quando no inicio perguntavam a Abraão, para onde você vai? Vai fazer o que? O que vai acontecer? Vai valer a pena?

Muitos anos anos depois um outro senhor pode responder, Josué foi o responsável por conquistar a terra prometida a Abraão por Deus, talvez Abraão não tivesse respostas, mas Josué as tinha, viemos pela fé para a terra que mana leite e mel, antigamente não eramos um povo, agora somos a nação eleita por Deus, sim valeu a pena Abraão ter ouvido a Deus.
Hoje ainda não tenho todas as respostas, tenho toda a certeza, Deus está nesse negócio.

Em três anos de igreja Gileade de juazeiro do Norte, o que antes eram apenas 4 famílias, hoje temos 10 ministérios atuantes e servidores, 11 diáconos dos quais 5 foram formados dentro da comunidade, cursos para família e um projeto social para alcançar as criança e jovens.

Como valeu a pena ouvir a vós de Deus que usou a vida do Pr. Ivan e nos desafiou a conquistar Juazeiro.

Igreja Gileade de Juazeiro do Norte, 3 anos, aqui inicia a promessa de Deus sobre nós, os melhores anos de nossas vidas começam agora!

Como diria o poeta: …só o Cariri no último pau de arara…

Por que há bálsamo em Gileade, há remédio em Gileade, há cura em Gileade…

Não ouça a vóz da experiência

Quando ficou decidido que navegaríamos para a Itália, Paulo e alguns outros presos foram entregues a um centurião chamado Júlio, que pertencia ao Regimento Imperial. Embarcamos num navio de Adramítio, que estava de partida para alguns lugares da província da Ásia, e saímos ao mar, estando conosco Aristarco, um macedônio de Tessalônica. No dia seguinte, ancoramos em Sidom; e Júlio, num gesto de bondade para com Paulo, permitiu-lhe que fosse ao encontro dos seus amigos, para que estes suprissem as suas necessidades. Quando partimos de lá, passamos ao norte de Chipre, porque os ventos nos eram contrários. Tendo atravessado o mar aberto ao longo da Cilícia e da Panfília, ancoramos em Mirra, na Lícia. Ali, o centurião encontrou um navio alexandrino que estava de partida para a Itália e nele nos fez embarcar. Navegamos vagarosamente por muitos dias e tivemos dificuldade para chegar a Cnido. Não sendo possível prosseguir em nossa rota, devido aos ventos contrários, navegamos ao sul de Creta, defronte a Salmona. Costeamos a ilha com dificuldade e chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto da cidade de Laséia. Tínhamos perdido muito tempo, e agora a navegação se tornara perigosa, pois já havia passado o Jejum. Por isso Paulo os advertiu: “Senhores, vejo que a nossa viagem será desastrosa e acarretará grande prejuízo para o navio, para a carga e também para as nossas vidas”. Mas o centurião, em vez de ouvir o que Paulo falava, seguiu o conselho do piloto e do dono do navio. Visto que os homens tinham passado muito tempo sem comer, Paulo levantou-se diante deles e disse: “Os senhores deviam ter aceitado o meu conselho de não partir de Creta, pois assim teriam evitado este dano e prejuízo. Mas agora recomendo-lhes que tenham coragem, pois nenhum de vocês perderá a vida; apenas o navio será destruído. Tentando escapar do navio, os marinheiros baixaram o barco salva-vidas ao mar, a pretexto de lançar âncoras da proa. Então Paulo disse ao centurião e aos soldados: “Se estes homens não ficarem no navio, vocês não poderão salvar-se”. … o centurião queria poupar a vida de Paulo e os impediu de executar o plano. Então ordenou aos que sabiam nadar que se lançassem primeiro ao mar em direção à terra. Os outros teriam que salvar-se em tábuas ou em pedaços do navio. Dessa forma, todos chegaram a salvo em terra.

 Atos 27:911,21,22,30,31,44

Hoje, quero convidá-los para que deem uma atenção muito especial para a leitura bíblica, “degustando” cada versículo. Resumirei um pouco a história. Estavam no barco além de Paulo, outras 275 pessoas que estavam em direção a Roma, mas havia um problema o barco era na verdade um veleiro, e os ventos estavam soprando ao contrário. Assim, o progresso da viagem era muito lento. No porto de Mirra, eles mudaram de navio. Quando chegaram a um lugar chamado Bons Portos, que ficava em Creta, Paulo recomendou que eles deveriam passar o inverno ali. Pena que ele não foi ouvido, já que a maioria da turma pensou diferente. O conselho da maioria foi que eles deveriam viajar.

A Importancia da Oracao

A oração está entre as mais antigas práticas da humanidade, o que faz dela algo elementar e intuitivo. A oração é a expressão mais íntima da vida cristã, o ponto alto de toda experiência religiosa genuinamente espiritual. De todas as criaturas de Deus, somente os seres humanos oram; a oração é estritamente pessoal. Ela é um dom de Deus para nós, o nosso elo com o Criador. A compreensão da natureza da oração e de sua importância para nos tonarmos representantes efetivos de Cristo é de
caráter indispensável para cada servo de Deus.

 

I – DEFININDO A ORAÇÃO

Oração (Heb. Tefilah, gr. proseuchomai, e do latim oratiomen)- Segundo o Dicionário Teológico de Claudionor Corrêa de Andrade, oração é uma “prece dirigida pelo homem ao seu Criador com o objetivo de: 1) Adora-lo como Criador e Senhor de tudo quanto existe; 2) Pedir-lhe perdão pelas faltas cometidas; 3) Agradecer-lhe pelos favores imerecidos; 4) Buscar proteção e uma comunhão mais íntima com Ele; Colocar-se à disposição de seu reino”. Em síntese, podemos dizer que a oração é o meio de comunicação com Deus.

II – A ORAÇÃO COMEÇA COM A CONVERSÃO

Podemos afirmar que, ao passo que iniciamos a vida cristã, também começamos a orar. Quando o pecador sente a amorosa chamada de Deus (Pv 23.26), ele aproxima-se de Deus e pede-lhe perdão de seus pecados (Sl 32.5; Jr 33.8), o que constitui sua primeira oração, ele é perdoado, e experimenta a verdadeira conversão (Is 55.3). Neste momento, o Espírito Santo estabelece morada nele (Rm 8.9; I Co 6.19), o qual passa a sentir o intenso desejo de orar: “…derramarei o Espírito de graça e de súplicas…” (Zc 12.10). A partir de então, o ente divino que habita no crente faz com que ele sinta suas fraquezas e passe a viver uma vida de oração.

III – PORQUE DEVEMOS ORAR?

O cristão deve entender que a oração, assim como a leitura da Palavra, é algo indispensável ao seu desenvolvimento espiritual. É como a alimentação de uma criança, que determinará sua estatura, sua saúde, atividade mental, etc,. Se a criança tem uma alimentação deficiente, ela terá problemas de raquitismo, baixa imunidade, anemia, etc. Além do desenvolvimento espiritual, devemos orar porque:
1) A oração é um mandamento bíblico (I Cr 16.11; Is 55.6; Am 5.4,6; Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24).
2) É o meio pelo qual recebemos as bênçãos de Deus (Lc 11.5,13; At 1.14).
3) Na oração falamos com Deus, e Ele se faz presente (Dt 4.7).
4) Na oração Deus fala conosco (II Co 12.9,10).
5) Recebemos ajuda divina (Hb 4.16).
6) Alcançamos o que pedimos (Mt 7.7,8).

IV – A ORAÇÃO DEVE SER UM HÁBITO DO CRISTÃO

A vida consiste de hábitos, tanto bons quanto maus. Os hábitos mais produtivos são fruto da disciplina, prática, e aplicação.
Enquanto a oração não for um hábito bem firmado e não tiver se tornado parte do estilo de vida do crente, sua vida será infrutífera e sem efeito apreciável. Os grandes homens de oração da Bíblia foram pessoas de rígidos hábitos de oração. O rei Davi escreveu: “De
tarde e de manhã e ao meio dia orarei; e clamarei; e ele ouvirá a minha voz” (Sl 55.17). A respeito de Daniel foi escrito: “Entrou em sua casa (ora havia em seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como antes costumava fazer” (Dn 6.10). Daniel tinha hábitos de oração tão fixos, que nenhuma circunstância da vida tinha permissão para interrompê-los. Orações regulares era um costume habitual entre os judeus, pois estabeleciam três períodos de oração para todos os dias como nos casos citados de Davi e Daniel. Nos tempos neotestamentários, esses horários eram às nove horas da manhã, às três da tarde e ao pôr do sol. Embora, para alguns a prática tivesse se deteriorado para nada mais do que um ritual (Mt 6.5,16). Para a igreja primitiva, os horários fixos de oração foram seguidos fielmente. Somos
informados de que “Pedro e João subiam juntos ao templo à ora da oração, a nona” (At 3.1), ou seja, às três da tarde. Nosso objetivo com isto, não é estimularmos a fixação destes horários de oração seguidos pelos cristãos de Jerusalém, até porque estes horários fazem parte de um contexto social totalmente diferente do nosso. Porém, cada crente, por iniciativa própria, deve estabelecer um hábito pessoal de oração, de acordo com sua realidade (I Ts 5.17).

V – IMPEDIMENTOS À ORAÇÃO

Há impedimentos à oração? Por que muitas de nossas orações não são respondidas? Estas são perguntas comuns entre os servos de Deus. De acordo com o princípio bíblico esposado pelo próprio Senhor Jesus em Mateus 7.7,8, há uma garantia de resposta às orações feitas por nós, ao nosso Pai celestial. Mas, existem situações em que estas orações não são atendidas, pois ferem os desígnios de Deus, e a realização de Sua vontade em nossas vidas, e das pessoas que nos cercam (Mt 7.9-12).

Vejamos algumas situações em que as orações são impedidas:
Quando pedimos erroneamente (Tg 4.3).
Quando a oração é interesseira (Mt 20.20-28).
Quando pedimos sem fé, ou duvidamos (Tg 1.5,6; Hb 11.6).
Quando estamos fora da vontade de Deus (I Jo 5.14).
Quando pedimos o que não convém (Rm 8.26).
Quando não perdoamos (Mt 18.15-22; Mc 11.25,26).
Quando os cônjuges não se entendem (I Pe 3.7).
Quando há desavenças familiares (Ef 5.22-25,28-34).
Quando há pecados não confessos (Is 59.1,2).

De acordo com estas verdades, podemos afirmar que nossas orações serão atendidas se:
Reconhecemos nossas imperfeições (II Cr 7.13,14).
Confessamos nossos pecados (Pv 28.13).
Nos humilhamos (Pv 16.8; Tg 4.6).
Perdoarmos (Mt 6.14,15).
Tivermos comunhão (Sl 133; I Jo 4.7,8).
Tivermos compromisso (Jo 15.13-16).
Respeitarmos às pessoas (I Tm 5.1-8).
Amarmos (I Co 13.1-8; Jo 15.12).
Aceitarmos a vontade de Deus (Mt 7.21; Rm 12.1,2).
Confiarmos em Deus (Hb 11.6; Rm 1.17).

VI – ELEMENTOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO

A Bíblia é riquíssima em informações sobre a oração e suas nuanças, tanto no A.T. como no N.T., porém, queremos registrar aqui, de forma bem sucinta, alguns elementos que são essenciais à oração, são eles:
Ação de graças – Nossas orações devem começar com agradecimento à Deus pelo que Ele tem feito por nós. As ações de graças eram parte importante nas orações bíblicas e nos Salmos, tal como deveriam ser em nossas orações. A falta de gratidão é um inimigo sutil da alma, que conduz ao egoísmo (Rm 1.21; Sl 30.12; 69.30; 116.17).
Louvor e adoração – Deus, deve ser louvado e adorado em nossas orações. Amados, nossas orações não devem ser frias e decoradas. Ao orarmos, deve brotar de nossos corações uma adoração profunda e sincera como acontecia com o salmista Davi (Sl 9.1,2; 18.1-3; 92,1-5; 145.1-3).
Intercessão – Vem do hb. Pãga, (“encontrar-se”, “pleitear”, “interceder diante dele”, e ocorre 46 vezes no A.T.) e do gr. entunchano (“apelar a”, “fazer intercessão”, “orar”) e resume-se no ato de pedir a Deus em favor de outrem. Ao orarmos, não devemos chegar primeiro com aquela “lista” enorme de pedidos pessoais, devemos pedir pelas outras pessoas também, pois isto demonstra amor e misericórdia diante de Deus. Lembremo-nos, que “o Senhor virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o Senhor acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía.” (Jó 42.10).
Submissão – A submissão é meio para a oração eficaz, o cristão submisso aceita humildemente a autoridade e o senhorio daquEle a quem está orando. Não obstante o cumprimento desta condição prévia, o cristão precisa igualmente submeter-se
aos líderes que Deus colocou acima dele (Hb 13.17).
Súplica – é o ato de fazer humildes e intensos rogos pedindo o favor especial de Deus (I Rs 8.33,34; Sl 30.8).
Petição – As petições são os nossos pedidos pessoais, que podem ser os mais variados possíveis, é a nossa “lista” de necessidades, como citamos acima (Mt 6.32; Sl 40.17; 107.41; Fp 4.19).

CONCLUSÃO

Concluímos afirmando que a oração é apropriada em qualquer tempo e lugar. Não precisa de cerimonialismo, de vocabulário rebuscado, ou de grandes catedrais para se ter uma audiência com o Todo Poderoso! Quando um crente sincero dirige-se ao Pai, a oração pode ser feita diante da pia da cozinha ou numa rua movimentada, a bordo de um avião ou diante do volante de um automóvel; no interior ou na capital; num lugar solitário ou junto de uma multidão inquieta; na cova dos leões ou à margem de um riacho, em um quarto cheio de janelas ou em um santuário, em uma poltrona confortável ou no ventre de um peixe, de uma coisa temos certeza: o Senhor está com seus ouvidos abertos para nos ouvir e enviar-nos socorro direto do seu trono, diante do qual estão as miríades de seres angelicais que o servem e cumprem as suas ordens (Hb 1.7,13), Amém!

TEXTE EXTRAIDO – WWW.LUCIANOSANTOS.NET