John Wesley

Em meados do século XVIII, a Inglaterra estava à beira de uma convulsão social parecida com a que ocorreu pouco antes na revolução francesa. O país se caracterizava pela corrupção, pela pela desonestidade e pelo desgoverno, e uma conduta ética era exceção. Muito obreiros da igreja anglicana haviam abraçado uma perspectiva deista¹ ou racionalista da fé. Os sermões nos ministros nessa época não passavam de ensinos morais, que nada podiam fazer para despertar, converter e salvar pecadores.

Deus usou alguns ministros para trazer avivamento para a igreja anglicana. Homens como George Whitefield, John Wesley, Charles Wesley, William Grimshav, William Romaine, Daniel Rowlands, John Berridge, Henry Venn, Augustus Toplady, Howell Harris e John Fletcher. O meio que Deus usou foi “a antiga arma apostólica da pregação”. E justamente a pregação desses homens transformou completamente “a agitada, mas triste, revolta e instável Inglaterra da revolução industrial que então mal começava”, como diz T. R Albin.

 

 


1 – Deísmo é essencialmente a visão de que Deus existe, mas não está diretamente envolvido no mundo. O deísmo retrata Deus como o grande “relojoeiro” que criou o relógio, deu corda nele e o abandonou. Um deísta acredita que Deus existe e criou o mundo, mas não interfere em Sua criação. Os deístas negam a Trindade, a inspiração da Bíblia, a divindade de Cristo, milagres e qualquer ato sobrenatural de redenção ou salvação. O deísmo retrata Deus como indiferente e não envolvido. Thomas Jefferson era um famoso deísta, referindo-se frequentemente em seus escritos à “Providência”.

 

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